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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Signis Brasil promove mais um encontro com mídia católica


fonte: CNBB

A articulação da chamada “mídia católica” é a missão da Signis/Brasil, em vista do fortalecimento dos projetos comuns dos meios de comunicação e da Igreja no Brasil. Com o apoio da Rede Católica de Rádio (RCR), haverá nestes dias 14 a 16 de setembro, mais uma importante iniciativa em prol deste objetivo, na Casa de Retiro das Irmãs Paulinas, em São Paulo (SP).

Participam os associados e representantes de comunicação de impressos, rádios, TVs, cinema e vídeo e Portais católicos. Segundo a presidente da Signis/Brasil, Ir. Helena Corazza, “sentimos que os representantes das mídias querem se unir em projetos conjuntos e isso é muito bom”.

Confira a matéria na íntegra no site da CNBB clicando aqui

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Eleições: fique atento

A menos de um mês das eleições, é necessário se manter atento para a escolha dos candidatos. Neste período acontece uma verdadeira caça ao voto, por isso é necessário ficar atento e analisar profundamente aqueles que constantemente clamam por um voto.

O Concílio Vaticano II adverte: “Todos os cidadãos se lembrem, portanto, do direito e, simultaneamente, do dever que têm de fazer uso do seu voto em vista da promoção do bem comum.” (“Gaudium et Spes”, nº75). Desta forma, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja, é necessário analisar os projetos e a vida política dos candidatos antes de tomar a decisão final.

É importante destacar que não cabe à Igreja indicar ou apoiar um candidato. Em um artigo publicado no Portal da Arquidiocese neste mês de agosto, o Vigário Episcopal para a Caridade Social, Cônego Manuel Manangão, esclareceu o papel da Igreja neste momento de eleição: “Assim, no que toca à sua missão, não compete à Igreja, essencialmente, sugerir uma opção partidária determinada, mas sim conclamar todos os seus leigos, cuja vocação é exatamente a de santificar a realidade temporal, para que cada um assuma suas responsabilidades com empenho e coerência.”

Existem alguns mecanismos que podem facilitar na escolha do candidato. Um deles é a campanha “A vida depende do seu voto!” organizado pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem aborto, que lançou recentemente um comunicado aos partidos políticos visando à divulgação dos nomes de candidatos pró-vida para que os eleitores saibam quem são aqueles que abertamente defenderão a vida se forem eleitos.

Em carta direcionada aos Presidentes dos Diretórios Municipais dos Partidos Políticos Brasileiros, o texto afirma: “Deste modo, o Movimento Brasil Sem Aborto, através de seus Comitês Estaduais e/ou Municipais, ou por meio de grupos pró-vida organizados no âmbito municipal, está fazendo o trabalho de identificação de possíveis candidatos e candidatas aos dois cargos em disputa nestas eleições que desejem assinar Termo de Compromisso com firma reconhecida em cartório, conforme texto anexo.Uma vez assinado o referido termo de compromisso, o nome do candidato (a) a prefeito (a) ou vereador (a) constará do site do movimento http://www.brasilsemaborto.com.br/?action=campanha possibilitando aos eleitores o acesso aos candidatos pela vida nestas eleições”, informam os pró-vidas brasileiros.

A própria Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com o Núcleo de Estudos Sociopolíticos (NESP) da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), lançou recentemente a campanha Voto Consciente. A inciativa conta com vídeos, spots para rádios e texto com orientações para o voto consciente/cidadão e pelo voto limpo.

- Com esta iniciativa, a CNBB faz valer a tradição de sempre dar sua contribuição nas campanhas eleitorais com orientações aos seus fieis e todos os cidadãos, firmadas na ética e na cidadania à luz do Evangelho. A CNBB sempre se preocupou com o voto consciente e se preocupou também com as pessoas que estão à frente das nossas cidades, estado e municípios, para que pensem o bem comum. Então, poder participar de uma campanha como esta, junto com o TSE, é uma satisfação para a entidade. O nosso objetivo é poder ajudar a eleger, homens e mulheres, que pensem no bem da comunidade, das pessoas e, especialmente, dos mais pobres, afirmou o o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner.

No site da CNBB há um espaço com todo o material produzido pelo NESP e que está à disposição. Acesse www.cnbb.org.br e assista aos vídeos, leia os textos e ouça os spots. Segundo o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, para a construção de um mundo melhor é necessário haver um interesse pela política:

— A participação política é uma coisa boa. Quem quer construir um mundo melhor ou uma cidade melhor tem que se interessar pela política. Cabe a nós também ajudar a pensar sobre isso, afirmou.

Por isso, é necessário ficar atento e se conscientizar quanto à importância do voto. Segundo o Bispo animador da Escola de Fé e Política, Dom Pedro Cunha, o voto é um gesto de liberdade, por meio do qual o cristão estará escolhendo aqueles que irão representá-lo. Por isso é necessário escolher com responsabilidade:

— O voto requer o exercício da liberdade e da responsabilidade.


Veja também a matéria sobre o lançamento da Campanha Voto Consciente no site da CNBB:
http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/10222-cnbb-lanca-no-tse-campanha-voto-consciente

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Situação das emergências de hospitais públicos é discutida na CNBB

Fonte: CNBB

Na tarde do dia 05 de setembro, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu um encontro para tratar da saúde pública. A reunião aconteceu na sede da Conferência, em Brasília (DF), e contou com presença de representantes do Observatório da Saúde do Distrito Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e outras entidades que elaboraram o documento ‘Ação Conjunta de Fiscalização nos Hospitais Públicos do Distrito Federal – Emergências’ de avaliação das emergências dos hospitais públicos do Distrito Federal.

No documento é expresso que para melhorar as condições de atendimento nas emergências dos hospitais públicos, é necessário trabalhar o chamado ‘nível primário de atenção’ ou ‘atenção primária à saúde’. Este nível se caracteriza como a primeira atenção que a população recebe, e compreende-se como ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, ou agravos em doenças pré-existentes. Sendo os responsáveis pelo atendimento deste nível os postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde.

O médico cardiologista, membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) e coordenador do Observatório de Saúde do Distrito Federal, doutor Geniberto Paiva Campos, explica a importância do ‘nível primário de atenção’. “Uma pessoa de determinada comunidade que vai à unidade de saúde de sua região e não encontra o atendimento que necessita, como única alternativa, recorre às emergências dos hospitais públicos”, ilustrou.

A política do ‘nível de atenção primária’ é apresentada como uma estratégia voltada para responder de forma regionalizada, integrando médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e, principalmente, agentes comunitários, à população. Para o coordenador, se todos esses profissionais cuidarem de forma adequada dessa população, “as emergências passarão a ser exatamente aquilo que devem ser, emergências”.

A ideia é humanizar a relação do morador com os profissionais de saúde da comunidade. “Em uma pequena cidade, de 25 mil habitantes, vamos supor, naquela região, as pessoas da saúde passam a interagir efetivamente com a população. O morador vai saber o nome do médico que cuida da família, da enfermeira, da psicóloga, e do mais importante de todos: o agente comunitário de saúde”, exemplificou.

- Se as pessoas não tem acesso à atenção primária elas recorrem aos hospitais, sem a menor necessidade. Na realidade, essas emergências não estão atuando, obrigatoriamente como emergência, e sim como ambulatórios. A atenção primária é esse atendimento comunitário, que ‘desafogaria’ os pronto-socorros dos hospitais, esclarece o cardiologista.

O tema central da reunião é essa questão das emergências, com o foco na questão básica. Doutor Geniberto ainda afirma que não bastam investimentos em mais equipamentos para a emergência, ou comprar mais macas hospitalares, se não houver a atenção primária. “Trabalhar com o foco nas emergências é trabalhar no efeito, não na causa. Não adianta”, enfatiza.

Para representantes das organizações presentes na reunião, a solução para os pronto-socorros hospitalares, são as ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos, voltadas às suas comunidades.

- As pessoas estão utilizando hospitais de alta complexidade na atenção básica, esse é o ponto. Ou melhora a atenção básica, ou vamos ter sempre os pronto-socorros lotados, pessoas pelos corredores, aquela situação que costumamos ver nas notícias. A atenção primária é basicamente o que vai organizar todo o sistema, credita o médico.

Comunidades de todo o país participam do Grito dos Excluídos 2012

Fonte: CNBB

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo. È um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

Trata-se de uma mobilização dos movimentos sociais, com o apoio da Igreja no Brasil, que visa denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social.
A manifestação deseja tornar público, nas ruas do país, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome, além de propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.

As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.

Em 2012, o tema do Grito é “Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!”, em sintonia com a 5ª Semana Social Brasileira.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mais de 19 mil pessoas conectadas pelo 4ºSECOM


fonte: Portal da Arquidiocese


Com o tema “Comunicação e Igreja: comunicando pela rede e em rede”, o 4º Seminário de Comunicação (SECOM-Rio) do Estado do Rio de Janeiro, promovido pelo Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no último domingo, dia 2 de setembro, reuniu 140 agentes de pastoral de oito das 10 dioceses que compõem o Estado e conectou mais de 19 mil pela WebTV Redentor, que fez a transmissão ao vivo.


A coordenadora da Pastoral da Comunicação (Pascom) do Regional Leste 1, Andréia Gripp, já na abertura do encontro lembrou que o objetivo do evento era promover a reflexão para que a Igreja, aos poucos, vá aprendendo a comunicar em rede. Prova dos passos e do desejo de, paulatinamente, abraçar a comunicação neste novo ambiente, será o lançamento do Ano da Fé, no dia 27 de outubro, quando o Regional oficialmente transmitirá em rede a missa das 9h.

O Técnico em Informação Alexandre Rangel fez a conferência–tema do Seminário, destacando a importância da cooperação humana em rede. Em sua abordagem, ele lembrou que a missão da Igreja é evangelizar também na internet. E chamou a atenção para a busca dessa forma de comunicação dinâmica, interativa e criativa, levando à reflexão sobre como alcançar este novo ser social imerso nas redes digitais.


— A internet inaugura uma nova linguagem, que abre a possibilidade de evangelizar o mundo. Mas é importante aprender a compartilhar conhecimento, a saber como responder aos anseios de uma juventude sem fronteiras e sem limites, já que, conforme aprendemos com Pierre Lévy, “o jovem é o líder dessa nova maneira de comunicar”, explicou Alexandre.

Para o conferencista, eventos como este Seminário são ocasiões especiais para que os membros da Igreja comecem a despertar para a comunicação necessária aos dias de hoje:

— Não é só observar as ferramentas e como utilizar essas ferramentas, mas prestar atenção ao fato de que atrás da ferramenta existe uma pessoa e que essa pessoa não interage e não se comunica como fazia há 50 ou 100 anos atrás. Então, esse encontros são muito importantes pra que a gente vá construindo essa nova visão e essa nova relação nas redes sociais, disse ao Portal da Arquidiocese.


O assessor de informática da CNBB, Padre Clóvis Melo, apresentou a Rede de Informática da Igreja no Brasil (RIIBRA), que é um projeto da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, em comunhão com o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais. Em sua conferência, ele explicou os principais objetivos do trabalho: impulsionar o uso da internet e das redes sociais, para que a Igreja no Brasil se constitua em rede; tecer redes de colaboração e serviços comuns, que gerem a comunhão digital; e capacitar agentes pastorais, para uso adequado das ferramentas tecnológicas.

O Sacerdote também elogiou o acolhimento do Regional Leste 1 às novas propostas e pediu uma colaboração especial:

— Na Igreja no Rio de Janeiro existe uma grande abertura e um grande desejo de anunciar o evangelho em todos os meios sociais de comunicação, e também de adentrar nessa realidade que a internet está criando. Essa receptividade de todos aqui expressa o desejo de não ficar no passado só, com os modos e meios antigos, mas de se atualizar na linguagem para anunciar o mesmo Jesus, que é salvação para o povo de antigamente, mas também para o povo de hoje. A RIIBRA precisa que o Leste 1 seja ousado: que não tenha medo de evangelizar nas novas redes, pediu.

O seminário foi encerrado com a Celebração Eucarística, presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Durante a homilia, ele lembrou aos agentes de pastoral que é preciso “estar no mundo sem ser do mundo”:


— Precisamos atuar no mundo virtual como um povo diferente, porque é o ser humano, a pessoa que tem Deus no coração ou não, que faz a diferença no mundo virtual. (...) Os valores é que constroem a fraternidade e a paz, enfatizou Dom Orani.


* Fotos: Victor Gonzalez

Investidura de cinco novos coroinhas


No último sábado, primeiro de setembro, nossa paróquia ganhou mais cinco coroinhas. Além deles, outros 16 já trabalham dando assistência aos clérigos durante as celebrações litúrgicas em nossa Paróquia. Após dois meses de formação, Ana Isabel, Gabriel, José Gabriel, Thiago e Maria Fernanda disseram sim a este chamado de Deus e agora estão aptos a servir no altar.

A investidura foi realizada durante a missa das 15h e contou com a presença de amigos e familiares. Para um dos coordenadores dos coroinhas, Antônio José Freire, é importante motivar essas crianças a serem exemplos para as demais no que diz respeito à presença dentro da Igreja:

- Mostramos para as crianças que elas serão espelhos para os demais. Buscamos passar para elas que as outras pessoas, ao observarem os coroinhas no altar irão buscar serem propagadores de Cristo, opinou.

Hoje os coroinhas, de uma forma geral usam túnica vermelha com sobrepeliz branca (veste oficial). Nas missas, possuem funções litúrgicas. Entre elas, estão as funções de turiferário, librífero, cruciferário e cerimoniário. Turiferário é o nome atribuído ao coroinha que manuseia o turíbulo, utilizado para a incensação durante celebrações solenes; librífero é aquele que leva o Missal Romano, livro que contém a Liturgia das missas; cruciferário é quem "porta" a Cruz celebrativa, levando-a até o altar durante a procissão de entrada e retirando-a na saída; e cerimoniário é o coroinha que auxilia o padre a ler as orações no Missal e que é o responsável para que tudo esteja organizado na missa.